Para Entender a Dependência Química

O Instituto Independa, que mantém o Para Entender a Dependência Química, acredita que o conhecimento pode efetivamente transformar vidas, e está empenhado em apresentar o melhor conteúdo e técnicas inovadoras, eficazes e eficientes, incentivando as pessoas a despertarem para uma nova consciência, superando seus desafios e encontrando seus caminhos de liberdade e felicidade.

A cracolândia em números

A cracolândia em números

4 minutos No dia 21 de maio de 2017 as polícias Civil e Militar de São Paulo realizaram uma ação com mais de 900 agentes na região do centro da capital paulista conhecida como cracolândia. Após a operação, o prefeito da cidade, João Dória (PSDB), afirmou que “a cracolândia acabou” quando, na verdade, centenas de usuários de drogas apenas deixaram o local para se reunir em regiões próximas. Anunciar o fim da cracolândia não é novidade – outras gestões anteriores já haviam feito o Continue lendo

Controle máximo para risco mínimo

Controle máximo para risco mínimo

4 minutos Para utilizar uma substância ou planta como medicamento no Brasil é preciso obter aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), com dados comprovando sua segurança e eficácia. Uma portaria da Agência classifica a maconha e suas substâncias como proscritos, ou seja, proibidos no Brasil. Com base nestas premissas, a Anvisa  deu parecer contrário à liberação do cultivo de maconha para fins medicinais em um documento protocolado no Supremo Tribunal Federal (STF). O documento é assinado por Thais Mesquita do Couto Araujo, Continue lendo

Quando a diversão vira vício

Quando a diversão vira vício

3 minutos Apresentamos aqui um estudo feito pelo National Institute on Drug Abuse, nos Estados Unidos, que resultou num paradoxo: o resultado apontou que no uso e na experimentação de drogas ilícitas entre jovens e a tecnologia pode ser um dos fatores que contribuíram para tal queda. Acontece que cientistas contestaram o resultado, alegando que, em verdade, seria o inverso. Alguns leitores, através de nossas redes sociais, questionaram a postura dos cientistas. Mas eles (os cientistas) têm motivo de sobra para questionar o resultado, Continue lendo

A morte do fumo. Será que isso é possível?

A morte do fumo. Será que isso é possível?

3 minutos Já mostramos aqui que a história de conquistas do tabaco pode estar no fim, pois o cerco ao produto reduziu o consumo nos países ricos e será reforçado nos demais. Stanton Glantz, pesquisador do assunto na Universidade da Califórnia em São Francisco, diz que o hábito nunca deve chegar a 0%, mas, pelo menos, deve cair a ponto de não ser mais uma preocupação de saúde pública. E alguns países já estão focados nesta queda. É o caso da Nova Zelândia. Com Continue lendo

Potcoin, a ‘moeda da maconha’

Potcoin, a ‘moeda da maconha’

2 minutos Bitcoin (também conhecida pela sigla BTC) é uma moeda virtual (ou digital) criada por Satoshi Nakamoto em 2009. Significa moeda bit (sendo que coin é moeda em inglês, e bit corresponde ao dígito binário, termo que expressa menor unidade de informação no contexto informático). Da perspectiva do usuário (você), o Bitcoin funciona como dinheiro para a internet, sendo a primeira implementação de um conceito chamado de “criptomoeda”: uma nova forma de dinheiro que usa criptografia para controlar sua criação e as transações, Continue lendo

Smart Drugs: tão perigosas quanto tentadoras

Smart Drugs: tão perigosas quanto tentadoras

4 minutos Usar drogas para melhorar a capacidade cognitiva não é, necessariamente, uma novidade. O ‘pai da psicologia’, Sigmund Freud, por exemplo, incentivava o uso de cocaína como estimulante há mais de um século. Na década de 1990 estudantes dos Estados Unidos retomaram tal cultura ingerindo metilfenidato e modafinila, princípios ativos de remédios como Ritalina e Modafinil, para estudar mais atentamente e obter notas melhores. Pouco depois, mais substâncias passaram a ser utilizadas por trabalhadores do Vale do Silício e do mercado financeiro americano. Continue lendo

Uma intrigante coincidência (?)

Uma intrigante coincidência (?)

2 minutos Segundo o jornal The New York Times, o National Institute on Drug Abuse, nos Estados Unidos, está com uma questão intrigante nas mãos. De acordo com um estudo dirigido pela diretora do instituto, Nora Volkow, o uso e a experimentação de drogas ilícitas entre jovens atingiu o nível mais baixo dos últimos 30 anos. Então você deve estar se perguntando: e o que há de tão intrigantes nisto? Acontece que a tecnologia pode ser um dos fatores que contribuíram para tal queda. Continue lendo

No alcol, capito?

No alcol, capito?

3 minutos Na mitologia romana, Baco era o deus do vinho, das festas, do lazer, do prazer e da folia. Ao tornar-se adulto, Baco descobriu a forma de extrair o suco da uva e produzir o vinho. Ele também era considerado pelos romanos como um amante da paz e promotor da civilização. Mas isso é mitologia, século 8 a.C. Roma, século 21: advogada, 38 anos, primeira mulher a comandar a capital da Itália, Virginia Raggi teve ascensão meteórica desde que se tornou vereadora, em Continue lendo

Viciado em sangue. E não é vampiro…

Viciado em sangue. E não é vampiro…

2 minutos A polícia de Bucks County, na Pensilvânia (EUA), apreendeu um homem carregando um frasco com um líquido vermelho sem nenhuma descrição do que se tratava. Durante o interrogatório, o homem de 33 anos explicou que o frasco continha uma mistura de sangue humano e fentanyl, um analgésico opiáceo 50 a 100 vezes mais potente do que a morfina. Os oficiais, então, enviaram o frasco para a toxicologista forense Laura Labay. Ela descobriu que, de fato, a ampola continha sangue humano. Mas, além Continue lendo

Prevenção a droga pode incentivar o consumo

Prevenção a droga pode incentivar o consumo

9 minutos Desesperada com as ameaças recebidas de traficantes, uma mulher de 43 anos decidiu manter a filha de 17 anos, dependente química, acorrentada a um guarda-roupas, em Sorocaba, interior de São Paulo. Também no interior de São Paulo, em Itapetininga, uma mãe se acorrentou ao filho de 17 anos para evitar que continuasse usando crack. Ela usou uma corrente de 6 metros para atar o filho pela perna e amarrar a outra ponta à sua cintura, até que conseguisse internação para o garoto. Continue lendo